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25 JAN

Ptose congênita: como identificar e quais suas consequências?


A ptose congênita é uma alteração da pálpebra que está presente desde o nascimento do bebê e que faz com que a mesma fique mais baixa que o normal, impossibilitando sua abertura correta.

As causas dessa condição podem variar desde problemas neurológicos, que afetam os nervos e os músculos dos olhos, até distúrbios craniofaciais como a síndrome de Turner, a síndrome de Noonan, entre outras.

Apesar de em alguns casos ela ser visível e de fácil identificação, em outros, é necessário uma avaliação de especialistas para que o problema seja devidamente identificado. Para conseguir reconhecer a ptose, o principal é reparar na atividade dos seus olhos. Os bebês, por exemplo, que são o grupo mais afetado, possuem uma visão muito expressiva e atenta, então qualquer mudança nesse quadro requer uma atenção.

Também é importante reparar em outros sinais como a necessidade de fazer grandes inclinações para enxergar um objeto ou de fazer esforço para conseguir levantar as sobrancelhas. Quanto mais rápido for identificada essa alteração, mais eficiente será o tratamento, o que também garante um maior benefício, principalmente quando ela é realizada com pouca idade.

O não tratamento da ptose congênita pode trazer problemas no desenvolvimento da visão como por exemplo, o astigmatismo, devido a pressão da pálpebra sobre o globo ocular, a ambliopia, devido a falta de estímulos visuais causando a chamada “visão preguiçosa” e até mesmo problemas de inflamação como torcicolo, devido a grande inclinação para trás em uma tentativa de enxergar com mais clareza.

É sempre recomendável que em caso de quaisquer dúvidas, você procure um especialista para realizar uma avaliação. O Prof. Dr. Roberto Limongi, especialista em Oculoplástica e referência internacional no setor da oftalmologia pode te auxiliar em todas as etapas, desde a primeira consulta, até o pós-tratamento.

Postado por Prof. Dr. Roberto Limongi